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Uma nova chance

Havia um homem muito rico, possuía bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho, nem de compromissos.

O que ele mais gostava era de fazer festas e estar com seus amigos e de ser por eles bajulado.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois, o abandonariam. Aos insistentes conselhos do pai ele não dava a mínima atenção.

Um dia o pai já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro dele, ele mesmo fez uma forca e, junto a ela, uma placa com os dizeres:

“PARA VOCÊ NUNCA MAIS DESPREZAR AS PALAVRAS DE SEU PAI.”

Mais tarde, chamou o filho e o levou até o celeiro e lhe disse:

Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu e eu sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo o dinheiro, seus amigos vão se afastar de você e, quando você então não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvido. Foi por isto que eu construí esta forca. Ela é para você e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.

O jovem riu, achou um absurdo, mas para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu, o filho tomou conta de tudo. Assim como seu pai havia previsto, o jovem gastou tudo, perdeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo. Lembrou-se das palavras de seu pai, começou a chorar e dizer:

-Ah, meu pai….. Se eu tivesse ouvido os seus conselhos… mas agora ? tarde demais.

Pesaroso, o jovem levantou os olhos e, longe, avistou o pequeno e velho celeiro. Era a única coisa que lhe restava. A passos lentos, se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e pensou:

- Eu nunca segui as palavras do meu pai. Vou cumprir a minha promessa. Não me resta mais nada… Então, ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e pensou:

- Ah, se eu tivesse uma nova chance.

Então se jogou do alto dos degraus e, por um instante, sentiu a corda apertar a sua garganta. Era o fim…Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente. O rapaz caiu e, sobre ele caíram jóias, ouro, prata, esmeraldas, pérolas, rubis, safiras e brilhantes – a forca estava cheia de pedras preciosas – e caiu também um bilhete:

- “Esta é sua nova chance. Eu te amo. Com amor. Seu velho e já saudoso pai.”

“DEUS É ASSIM CONOSCO. ELE SEMPRE NOS DÁ UMA NOVA CHANCE.”

Fonte: internet (enviado por Giovani Chagas)

O Ferreiro

Havia um ferreiro que, após uma vida de excessos, resolveu consagrar sua vida a Deus. Durante muitos anos trabalhou com afinco na obra do Senhor, mas apesar de toda sua dedicação nada parecia dar certoem sua vida. Muitopelo contrário, seus problemas aumentavam cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que se compadeceu de sua situação difícil, veio visitá-lo e disse: “É realmente estranho que justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua dedicação e toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.”

O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes sem entender o que estava acontecendoem sua vida. Mas, com o tempo, aprendeu que Deus tem propósitos para tudo e que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que o amam. Ele sabia que deveria confiar em Deus e permanecer firme. Então, vendo a oportunidade começou a explicar ao seu amigo: Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até ‘que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada em um balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita, pois apenas uma vez não é suficiente.”

O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou: “Às vezes, o aço que chega em minhas mãos não consegue a9üentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fila terminam por enche-lo de rachaduras e eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada:Então, eu simplesmente o coloco num monte de ferro-velho, como este que você viu na entrada de minha ferraria.”

Mais uma vez o ferreiro deu uma pausa, pensou e concluiu: “Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Então, procuro aceitar as marteladas que a vida me dá. As vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Não é fácil, mas a única coisa que peço é que o meu Deus não desista até que eu consiga tomar a forma que Ele espera de mim. Da maneira que for, leve o tempo que precisar, mas jamais quero ser jogado no “ferro-velho”.

Deus o ama e quer fazer de você uma pessoa melhor. Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido. Ele está moldando o seu caráter. E o mais importante é que sabemos que Ele nunca desistirá de nós.

“Mas Ele me disse: ‘Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza’. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte.” (2 Coríntios12.9:10- NVI)

Ainda há tempo

Houve uma vez dois amigos:
Eles eram inseparáveis, eram uma só Alma. Mas por alguma razão seus caminhos tomaram dois rumos distintos e se separaram.

E ISTO INICIOU ASSIM:
Eu nunca voltei a saber do meu amigo até o dia de ontem, depois de 10 anos, que caminhando pela rua me encontrei com a mãe dele.
A comprimentei e perguntei por meu amigo. Nesse momento seus olhos se encheram de lágrimas e me olhou nos olhos dizendo:
-Morreu ontem…
Não soube o que dizer a ela, ela seguia me olhando e então perguntei como ele tinha morrido.
Ela me convidou a ir a sua casa, ao chegar ali me chamou para sentar na velha sala onde passei grande parte de minha vida, sempre brincávamos ali, meu amigo e eu.
Me sentei e ela começou a contar-me a triste história.
Fazia 2 anos que diagnosticaram uma rara enfermidade, e sua cura dependia de receber todo mês uma transfusão de sangue durante 3 meses, mas… Recorda que seu sangue era muito raro?
Sim, eu sei, igual ao meu…

Ele dizia que da única pessoa que receberia sangue seria de ti, mas não quiz que te procurássemos, ele dizia todas as noites:
-Não o procurem, tenho certeza que amanhã ele virá…
Assim passaram os meses, e todas as noites se sentava nessa mesma cadeira onde estás tu sentado e orava para que te lembrastes dele  e viesse na manhã seguinte.
Assim acabou sua vida e ontem na última noite de sua vida, estava muito mal, e sorrindo me disse:
-Mãe, eu sei que logo meu amigo virá, pergunta pra ele por que demorou tanto e entrega a ele esse bilhete que está na minha gaveta.
A senhora se levantou, regressou e me entregou o bilhete que dizia:
Meu amigo, sabia que virias, tardastes um pouco mas não importa, o importante é que viestes. Agora estou te esperando em outro lugar, espero que demores a chegar aqui, mas enquanto isso quero dizer desde o céu tens um amigo cuidando de ti, meu querido melhor amigo. Ah, por certo, te recordas porquê nós nos distanciamos? Sim, foi porque não quiz te emprestar minha bola nova, rsrs, que tempos heim… Éramos insuportáveis, bom pois quero dizer que te dou ela de presente e espero que gostes muito. Amo você! Teu amigo de sempre e para sempre!

“Não deixes que teu orgulho possa mais que teu coração…
A amizade é como o mar, se vê o princípio mas não o final…”

Enviado por Luciana/Ikaros Seguros

Somos bons ou maus?

Pela tradução das palavras em si, segundo o dicionário Aurélio,  bom é um adjetivo que denota perfeição do ponto de vista moral. Mau é o que não tem as qualidades que se gostaria que tivesse. Que faz ou tem propensão a fazer o mal. Sem talento, destituído de valor. Perigoso, nocivo e pouco agradável.
No Antigo Testamento, a vítima do sacrifício tinha que ser perfeita, sem defeito. (Ex. 12.5) e em relação ao homem, este deveria ser direito, reto e de bom caráter. (Gn.6.9/17.1). No Novo Testamento encontramos a passagem em que se aplica aos discípulos de Jesus, ou seja, a nós: ”Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”. (Mt 5.48). Porém a absoluta perfeição somente pertence a Deus. Deus é bondoso e pela sua misericórdia que nos concede a graça imerecida pelo qual somos chamados filhos.

Vou compartilhar uma parábola em que Jesus descreve como herdar a vida eterna a um certo doutor “intérprete da lei”: Amarás ao Senhor teu Deus acima de todo o seu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo (Lc 10.27). Quem é o nosso próximo? Observo nesta parábola muitos ensinamentos e um exemplo de bondade sublime de onde não se esperava tal atitude. A quem devemos mostrar a bondade de Cristo em nossa vida? Na história do Bom samaritano os indivíduos não são identificados pelos nomes, mas caracterizados pelas funções e ações. O homem assaltado é um anônimo: talvez um viajante, desempregado, ou seja, carente de afeto, desprotegido, marginalizado, sem amigos, sem dinheiro e família, milhares de pessoas ao redor; porém solitário. Eis que entram em cena alguns dos personagens que “poderiam” ajudá-lo, que a princípio teriam a solução para o problema daquele pobre homem, porém a solução é Jesus. Aleluia! que tranforma o coração das pessoas. Eis que descia casualmente um Sacerdote estrada a fora e passou de largo, nem sequer olhou, talvez muito apressado com os afazeres. Eis que passou também um Levita, que se deteve, olhou e como não conhecia também passou de largo. Neste momento tão dramático na vida deste moribundo, eis que aparece um “estranho”, um estrangeiro, ou seja, um samaritano. Nesta época os samaritanos eram inimigos para os Judeus. Será que ele iria se importar? Eis que o samaritano parou se identificou e prontamente para surpresa do moribundo o ajudou.
E o samaritano compadeceu-se dele, curou-lhe as feridas aplicando óleo e vinho; e colocou-o em cima do seu próprio animal e o levou para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: cuida deste e, se alguma coisa gastares a mais, eu te indenizarei quando voltar. Finalmente alguém viu e sentiu a dor e o drama daquele homem abandonado e se compadeceu, e se envolveu. Por incrível que pareça por uma pessoa que normalmente se rejeitaria ajuda. Ajude alguem hoje, faça o bem para alguém, diga uma palavra de conforto, fale do amor e da bondade de Jesus Cristo, do que Ele fez e faz na tua vida. Ajude alguém a se levantar, não somente os seus familiares e amigos, mas também colegas de trabalho e tantas outras pessoas que lhe cercam todos os dias e geralmente precisam da ajuda de um Bom Samaritano.

Pb. Eduardo Spíndola

Fiquem na Paz.

Jesus está sempre presente

O pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.

A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.

O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.

Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que
ficava apenas alguns momentos  porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:
‘Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.’

O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
‘É hora de ir’ – disse Jim sorrindo.

Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.
Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem…

‘Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não  sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.’

Certo dia, o pastor notou que Jim não havia aparecido.

Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.

Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.

A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes… Nada!

Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!

Parecendo surpreso, o velho virou-se
para o pastor e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:

‘Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando… e cuidando! ‘

Jesus disse: ‘Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.’

E se você não está envergonhado, passe essa mensagem adiante.

Jesus é sempre o melhor amigo.

Você murmura muito?

Como é fácil começarmos um lindo dia murmurando por fúteis motivos. Como é fácil, após um dia de atividades e de lutas, deitarmos em nossas camas no fim do dia murmurando do dia que passou. Não é à toa que muitos perdem o sono.
Não há nada que provoque mais a Deus do que a murmuração, pois toda murmuração é contra Deus (Ex 16:8). Se Deus é o grande responsável pela vida humana, reclamar de nossa vida é reclamar contra o próprio Deus.
Murmurar é reclamar da boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Murmurar é concordar com Satanás de que Deus não está no controle de todas as coisas; é ser seduzido pela serpente como Adão e Eva foram.
Murmuração é a porta de entrada do maligno na vida de muitas pessoas; é a causa principal do fracasso de muitos crentes (1 Co 10.10).
Você é um murmurador? Responda as seguintes perguntas e avalie o seu grau de murmuração.
1. Quando você acorda pela manha para trabalhar/estudar, você:
( ) a- Murmura por ter que acordar cedo.
( ) b- Agradece a Deus por mais um dia em sua presença.
2. Ao tomar o café da manhã, você:
( ) a – Murmura por não ter o pão fresquinho à mesa.
( ) b – Agradece a Deus por começar a primeira refeição do dia com a tua família.
3. Em seu trabalho/estudo, você:
( ) a – Murmura diante dos desafios.
( ) b – Agradece a Deus pela força, capacidade e inteligência que Deus te dá para resolver os conflitos.
4. Após um dia de trabalho/estudo, você:
( ) a – Murmura por causa do seu cansaço.
( ) b – Alegra-se nas promessas de Deus em renovar as suas forças
5. Quando você retorna à sua casa, você:
( ) a – Murmura por causa do trânsito ou por causa do coletivo.
( ) b – Agradece por não ter que voltar à pé para sua casa.
6. Ao chegar à sua casa, você:
( ) a – Murmura por causa de seus familiares que não cumpriram os seus deveres.
( ) b – Agradece a Deus pela tua família e por poder estar com eles por mais um dia.
7. Ao entrar na casa do Senhor, você:
( ) a – Murmura por causa do louvor, da liturgia ou da pregação.
( ) b – Alegra-se por poder prestar culto na casa do Senhor.
8. Ao ouvir a Palavra, você:
( ) a – Murmura pela ausência de loquacidade e persuasão.
( ) b – Aceita os desafios apresentados pela Palavra.
9. Ao olhar para a sua vida, você:
( ) a – Murmura por causa das suas dificuldades.
( ) b – Alegra-se na expectativa da ocorrência de um milagre.
10. Ao se olhar no espelho, você:
( ) a – Murmura por causa do murmurador que você é.
( ) b – É grato a Deus porque ele tem o poder de te transformar em um verdadeiro adorador.

Some o número de suas murmurações (item a) e descubra o seu grau de murmuração.
PONTOS: (10) Perfeito murmurador; (9-6) Crente rabugento; (5-1) Crente ingrato; (0) Adorador

MURMURAÇÃO: A CHAVE DO FRACASSO
Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus.” (1 Ts 5.18)

Fonte Arsenal do Crente

Quem espera pela sorte…

Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada, do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesse dia, passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.

Exultante, o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho é de sorte!” “Por quê?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: “Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: “Seu filho é de azar! O cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: “Seu filho é de sorte!”.

Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Em geral as pessoas atribuem o sucesso ou fracasso à sorte ou à falta dela. É uma maneira de pensar que simplesmente bloqueia a criatividade, a inovação, a ação diante dos desafios oferecidos pela vida.

“Quem espera pela sorte, anda junto com o azar.”

Bispo Edir Macedo

Enfrentando os patos

Perto da minha casa existe um parque onde as pessoas vão no final de semana e levam seus filhos para brincar, jogar bola e passear de bicicleta.

A pista de caminhada é grande e dá uma volta ao redor de um lago cheio de peixes e patos, ou melhor, “temíveis patos”.

Digo isto, pois certa vez eu estava caminhando por esta pista quando vi um menino aflito pelo fato de os patos estarem na pista e ele não conseguir passar com a bicicleta, por medo dos patos.

O menino olhou para trás e perguntou ao pai:

“Pai! Os patos vão me morder?”

O pai deu um sorriso e disse: “Não meu filho. Quando você passar com a bicicleta eles sairão da pista. E, além disso, eu estou aqui com você.”.

Que maravilhosa lição isto nos traz não é mesmo? Isto me fez pensar que mesmo em um parque lindo e tranquilo a qualquer momento os “temíveis patos” poderiam aparecer, mas se isto acontecer eu não estarei sozinho.

O menino poderia escolher se arriscar sozinho pela pista ou contar com a ajuda do pai.

Nós também podemos fazer esta escolha todos os dias quando levantamos.

Vamos nos arriscar em nossa caminhada diária ou vamos viver com a certeza de que nosso Pai está conosco e se os patos aparecerem ele nos guiará pelo caminho seguro?

Às vezes é difícil acreditar que nosso Deus está tão presente em nossa vida quanto aquele pai que estava ajudando seu filho, mas eu lhe digo que foi Deus quem colocou na vida daquele menino aquele pai.

Da mesma forma foi Ele quem desejou que você lesse esta mensagem e confiasse integralmente nele.

“Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, “correu para seu filho, e o abraçou e beijou.” Lucas 15:20

Colaboração de Frederico Augustus Lopes de Oliveira

A Tecnologia do abraço por um matuto mineiro

 

O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia…
- É… das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito di um só aproveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha…
Quandu ocê tá danado de sodade, o abraço de arguém ti alivia…
Quandu ocê tá cum muita reiva, vem um, te abraça e ocê fica até sem graça di continuá cum reiva…
Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim da sua alegria…
Si arguém tá duente, quandu ocê abraça ele, ele começa a miorá, i ocê miora junto tamém…
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequilonogia, mas ninguém inda discubriu… Mas, iêu sei!
Foi um ispirto bão de
Deus qui mi contô….. Iêu vô contá procêis u qui foi quel mi falô:
O abraço é bão pur causa do Coração…
Quandu ocê abraça arguém, fais massarge no coração!…
I o coração do ôtro é massargiado tamém! Mas num é só isso, não…
Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É qui, quandu nois abraça arguém, nóis fica cum dois coração no peito!…
INTONCE…
UM ABRAÇU PRÔ CÊ!!!!

Liberta-se para viver

Hoje é comum o registro de momentos em fotografia, algo extremamente simples.

Você viaja para Paris,  vê a Torre Eiffel  e daí tira mil fotografias num único dia. Uma maravilha… Belas poses, álbuns e até filmes, que se cumulam ano após ano.

Recordar é saudável e até divertido. Quem não gosta de se ver numa foto antiga, numa daquelas roupinhas de bebê?

O mesmo não pode ser dito sobre a idéia de guardar em nosso sentimento – e em nosso coração – memórias de coisas desagradáveis e perdidas, que efetivamente não retornarão jamais.

Um ente querido que se foi. Um emprego dos sonhos não-conquistado. Um relacionamento quebrado subitamente. Um comportamento inconveniente que feriu. A violência das palavras que agrediram. E por aí afora…

Ora, prender-se a tais coisas pode significar viver no túnel do passado, no tempo dos “retratos amarelados” do remorso e da tristeza.

Toda essa consciência “amarga” lança espessa sombra sobre os novos dias, as novas chances, as novas pessoas que encontramos a cada manhã.

Se você se enquadra em tal perfil de comportamento, HOJE é tempo de fazer uma revisão.

Durma tranqüilo ao final do dia e, ao acordar, deixe pra trás o passado amarelado da vida e afirme, como fez Davi:

“Este e o dia que Deus nos deu, alegremo-nos nele.” Salmo 118:24

O pastor e o lobo

Um pastor encontrou uma vez um lobinho que a mãe abandonara.
Levou o lobinho para casa, tratou dele e ensinou-o a roubar carneiros dos rebanhos vizinhos.
O lobo cresceu e aprendeu tão bem que um dia roubou um carneiro do rebanho do próprio pastor.
- Por que fizeste isto comigo? – perguntou o pastor, queixoso.
- Por que me ensinaste a roubar? – retrucou o lobo.

 “Quem ensina o mal, com o mal será castigado”.
Fonte Dessas Redações: jornalmundogospel.com





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